
“Há pois muito que fazer, neste tipo de relação com o cidadão, sendo que o mesmo deve ser entregue a “certos” dirigentes, com sentido de responsabilidade e seriedade na utilização dos recursos públicos, bem como a experiência necessária para levar a avante, politicas de simplificação processual, construindo planos de execução virados para o sucesso, devidamente calendarizados no seu tempo.”
“Em Portugal, a oferta de serviços públicos transaccionais, via Internet, aumentará, nos cidadãos, a percepção sobre a utilidade e necessidade de estarem "online", ligados ao mundo - e este é um passo decisivo para aumentar a adesão à rede, retirando Portugal da cauda da Europa em matéria de Sociedade da Informação. A nossa reduzida dimensão e o nosso cariz periférico não nos condenam à mediocridade; implicam antes a ambição suficiente para saltar etapas. Os portugueses (todos os portugueses) têm de beneficiar plena e quotidianamente de todas as vantagens que a "Internet" oferece. Isso implica uma opção política, no sentido de deslocar o tema Internet do terreno cientifico para o da política, do terreno intelectual para o da execução, do terreno académico para o da aplicação prática.”
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