quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Personalidade ISFP

Personalidade ISFP: Introvert; Sensing; Feeling; Perceiving

O ISFP tende a ser uma pessoa quieta e reservada, e é difícil das pessoas realmente lhe conhecerem bem. Esconde suas idéias e opiniões dos outros, exceto daqueles mais próximos. Ele é normalmente uma pessoa educada e sensível no lidar com as pessoas, que se interessa em contribuir com o bem-estar e com a felicidade delas, e que se esforça muito em cumprir tarefas em que acredita.

O ISFP é uma pessoa que tem uma forte afinidade por estética e beleza, geralmente amam animais e realmente valorizam a beleza da natureza.
Ele é original e independente, e precisa ter seu espaço próprio. Valoriza as pessoas que se preocupam em lhe entender, e que lhe ajudam a atingir suas metas do seu próprio jeito.
As pessoas que não lhe conhecem bem podem ver seu jeito único de viver como um sinal de que ele vive uma vida sem preocupações nem ansiedades, mas na verdade ele normalmente leva a vida muito a sério, constantemente obtendo informações e filtrando-as através do seu sistema de valores, na busca de um significado mais claro para as coisas.

O ISFP é uma pessoa voltada a ações. gosta é de fazer, e normalmente não se sente confortável falando de conceitos teóricos e de idéias, a não ser que ele veja uma aplicação prática para elas. Aprende muito melhor fazendo, e consequentemente acaba se cansando com facilidade dos métodos tradicionais de ensino que enfatizam muito mais o pensamento abstrato. Não é uma pessoa gosta de análises que não envolvam os valores das pessoas, nem de ter que tomar decisões baseadas estritamente na lógica. Seu forte sistema de valores impõe que suas decisões sejam avaliadas pelas suas crenças subjetivas, ao invés de através regras ou de leis objetivas.
O ISFP é extremamente perceptivo e se preocupa com os outros, está constantemente coletando informações específicas sobre as pessoas, e vai atrás para descobrir o que elas significam. Suas percepções das pessoas estão quase sempre penetrantemente corretas.
O ISFP é uma pessoa calorosa e solidária, se importa de verdade com as pessoas, e é extremamente voltada a servir, num desejo de agradá-las. Ele tem uma quantidade incomum de afeto por aqueles próximos a você, e demonstra seu amor através de atitudes, e não de palavras.
O ISFP não tem o desejo de liderar nem de controlar as outras pessoas, da mesma maneira que não têm o desejo de ser liderado nem controlado por outros. Ele precisa de espaço e de tempo sozinho para avaliar as circunstâncias da vida para filtrá-las através do seu sistema de valores, e normalmente irá respeitar o desejo das outras pessoas por essas mesmas coisas.
O ISFP não costuma se dar crédito o suficiente pelas coisas que você faz muito bem. Seu forte sistema de valores o leva a ser extremamente perfeccionista, e faz com que ele julgue a si mesmo de uma maneira desnecessariamente dura.
O ISFP é uma pessoa com inúmeros dons especiais para o mundo, especialmente na área de criar sensações através da arte, e de servir aos outros sem esperar nada em troca. A vida provavelmente não será extremamente fácil para ele, pois a leva tanto a sério.
Caros colegas de grupo vejam o teste de personalidade.
Depois vão ao http://pt.wikipedia.org/wiki/Mbti e aqui tem uma explicação como por exemplo esta, que por acaso é a minha, da vossa personalidade.
Era fixe todos voçês postarem a vossa personalidade
è muito giro, KISS

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Bibliografia

GRUPO KISS - Keep it simple and smart

Uma co-produção de:

António Pereira; Carla Filipe; Lídia Cristina; Regina Paiva e Silvia Pereira

Bibliografia
Revista Inovação&tecnologia, caderno parte integrante da edição n.º 1825 de 20 de Outubro de 2007 do Expresso
Revista Inovação&tecnologia, caderno parte integrante da edição n.º 1830 de 24 de Novembro de 2007 do Expresso
Página principal – Wikipédia
http://intranet.cm-lisboa.net/
http://portalcad.cm-lisboa.net/
http://mudaroestado.blogspot.com/
info.abril.com.br/corporate/corp04/cioferro.html
www.sinfic.pt/.../newsletter35/Dossier2
http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/
http://www.cm-lisboa.pt/
Agradecimentos:
Eng.º Henrique Saias;
Departamento de Modernização Administrativa e Gestão de Informação;
Arqº Manuel Sousa Guedes da Unidade de Projecto da Madragoa e São Paulo.

KISS – Keep it simple and Smart

KEEP IT SIMPLE AND SMART

Tornar tudo mais simples e inteligente

KISS – Keep it simple and Smart
O âmbito deste trabalho é dar a conhecer a evolução que neste momento a Câmara Municipal de Lisboa está a implementar na entrega, apreciação e arquivo dos projectos de Licenciamento de Obras.
A aplicação de um método Simples e Inteligente, para desburocratizar e estabelecer novas formas de relacionamento com o Cidadão, são tarefas que estão hoje atribuídas aos CIO.
O que é um CIO???

CIO & CEO

O CIO ou Chief Information Officer é um título de cargo atribuído ao responsável pela Informação de uma empresa. Eles normalmente respondem ao Chief Executive Officer ou ao Chief Financial Officer. A importância desse cargo tem crescido satisfatoriamente desde que a tecnologia da informação vai sendo cada vez mais importante para as empresas.
O CIO pode ser um membro do quadro de executivos de uma empresa.
Um CIO tem a sua própria maneira de trabalho possuem formação em engenharia de software ou sistemas de informação.
O papel de um CIO em alguns casos têm se estendido para um Chief Knowledge Officer, CKO, que trabalha também com conhecimento, não apenas com informação.
Afinal eles/elas existem!!!! Adriana, CIO da Vale do Rio Doce, é uma das poucas mulheres infiltradas no primeiro escalão da tecnologia:
Já estou acostumada!!!!!!!! Quando me formei, era a única mulher numa classe de 40 homens

Aqueles que conseguem estar sempre um passo à frente na tecnologia.

Mas o CIO só por ele não pode implementar Arquitecturas de Processos, tem que motivar o executivo CEO (Chief executive officer) para a adopção de novas Arquitecturas nas Tecnologias de informação.

O que é um CEO????

É o cara que manda em todo mundo”… CEO ou Chief executive officer (Chefe do sector executivo), mais conhecido como CEO, é a pessoa com a mais alta responsabilidade ou autoridade numa organização. Todos os outros executivos prestam contas ao CEO.

O que é Arquitectura de Processos? Método E-Learn

O que é Arquitectura de Processos????
É a prática de aplicar um método compreensivo e rigoroso, para descrever:
•Uma estrutura para um processo organizacional, presente ou futuro;
•Sistemas de Informação;
•Recursos Humanos;
•Subunidades organizacionais, etc.
Este termo, é associado estritamente ás Tecnologias de Informação (TI), relacionadas com a Implementação e Automatização de Procedimentos e Reengenharia Processuais.

Podemos nesta fase fazer referência ao Método E-Learn, com as suas 5 importantes fases:
Estratégia ; Modelação do processo; Arquitectura dos processos; Análise de processos e Execução de processos

A realidade da Administração Local

Os actuais desafios do poder local consubstanciados com novas competências que lhe são delegadas pela Administração Central e maiores exigências dos seus munícipes e de mais intervenientes, bem como uma criteriosa e rigorosa gestão orçamental, têm exigido novas ferramentas de gestão que lhes permita em tempo útil e de uma forma sustentada uma gestão mais profissionalizada á semelhança das empresas privadas.

C de CRM de Cliente para Cidadão.

Os sistemas de informação e gestão exigem cada vez mais tecnologias de comunicação mais sofisticadas, que em geral também interagem com os munícipes através de novos meios, como por exemplo, a Internet.

A Internet proporcionou um alargamento no âmbito do conhecimento e das aplicações nas áreas de intervenção das tecnologias de informação das autarquias, criando deste modo projectos que transcendem os aspectos que têm a ver com a reorganização e modernização administrativa.

Estas novas tecnologias exigem novas formas de Gestão caracterizadas pela inovação que permitam relacionamentos com os munícipes. Tudo isto só será possível se o acesso dos munícipes for compatível com o grau de evolução das autarquias (e-inclusion)

Para optimizar o relacionamento entre municípios e munícipes é urgente a adopção de tecnologias que permitam a automatização dos processos internos bem como uma maior transparência e uma visão realista dos ganhos e perdas no modelo da sua gestão.

Poderemos neste contexto falar do conceito de CRM aplicado ao caso concreto das autarquias.
CRM, “Customer Relationship Management”, surgiu com a necessidade de estabelecer novas formas de relacionamento com os seus clientes para poderem atingir os níveis desejados de produtividade/rentabilidade e valor percebido.
È importante referir que se tem assistido a um desenvolvimento que motivou a evolução de vários conceitos que fossem estendidos a outras áreas como a Administração Pública em geral e ás autarquias em particular, numa perspectiva de substituição do C de CRM de Cliente para Cidadão.

As autarquias estão cada vez mais a evoluir...

As autarquias estão cada vez mais a evoluir de uma forma muito rápida devido, por um lado ás vontades politicas dos autarcas, cada vez mais esclarecidos sobre a utilização das tecnologias, por outro lado temos o próprio cidadão interessado numa melhor resposta na prestação de serviços, assim como serem melhor esclarecidos.

A relação da autarquia e do cidadão, ao nível de processos, está muito longe dos objectivos gerais traçados pelos vários programas governamentais (SIMPLEX), não obstante o esforço que algumas autarquias têm vindo a fazer, no melhoramento desta relação. Importa reforçar que existe ainda muito por fazer, tendo em conta a quantidade de processos que obriga a ambos.

Apesar da Modernização verificada, ainda podemos assistir à lentidão das respostas por parte das autarquias, não havendo qualquer preocupação na resolução dos problemas do Cidadão. As mesmas nunca deviam esquecer-se que a razão da sua existência são os serviços ao cidadão e não o contrário.

Veja-se o caso dos pedidos de licenciamento de obras:

Sua Exª o PAPEL o Paradoxo da (in)Produtividade

As Is (como está)













“AUTARQUIAS DIGITAIS”

O consumo do papel nas autarquias representa muitos milhares de árvores abatidas por ano. Os custos de aquisição de impressoras, do papel, dos tinteiros, manutenção e reparação de equipamentos de impressão e cópia, etc… são acréscimos financeiros que ascendem a muitos milhares, se não mesmo alguns milhões de Euros por ano.
Sendo, grosso modo, a produtividade uma relação entre tempo dispendido e trabalho produzido, a utilização de meios electrónicos instantâneos para a movimentação de documentos é um factor importantíssimo de multiplicação da produtividade

Torna-se premente que as autarquias melhorem o sistema de informação com os seus munícipes, quer sob o ponto de vista da sua imagem, quer sob as necessidades destes.

Mas as autarquias estão a mudar o seu modelo de gestão.

Perante tantas exigências as Autarquias estão cada vez mais a adoptar um modelo que poderíamos designar por “AUTARQUIAS DIGITAIS”.

To Be (como vai ser) - Vantagens do DWF sobre o papel


A Câmara Municipal de Lisboa pretende modernizar, desmaterializar e desburocratizar os licenciamentos de Projectos Urbanísticos.
Para o efeito foi disponibilizado a plataforma DWF, Design Web Format. DWF, o papel digital.
O objectivo da CML é passar a usar o formato DWF em vez do papel.
Sempre imaginámos que a informação no futuro seria digital.
Trabalhar em equipa na CML com desenhos, sem usar papel, é possível, hoje.
O futuro já chegou!

O desenho em DWF pode ser visto com todo o pormenor no ecrã, como numa folha impressa.
O desenho em DWF pode ser medido com precisão (com mais precisão), como o desenho em papel pode ser medido recorrendo a uma régua de escalas.
O ficheiro DWF pode conter todas as várias folhas de um projecto, incluindo peças escritas, como um dossier com folhas impressas.
É possível fazer apontamentos e anotações num desenho em DWF como se se anotasse um desenho em papel.
É possível desenhar formas num desenho em DWF como se se tratasse de uma folha de papel.
É possível carimbar um desenho DWF (APROVADO) como se fosse um desenho em papel. - Não é possível alterar um desenho em formato DWF.

A dimensão do ficheiro é mais pequena e mais rápida do que os formatos de ficheiro originais.
Os ficheiros DWF podem ser até 10 por cento mais pequenos que os ficheiros PDF.
Ao contrário dos ficheiros JPG, TIF ou PDF, os ficheiros DWF retêm a informação de projecto inteligente do desenho original.
O conteúdo do DWF não pode ser editado, sendo por isso seguro Ao criar um DWF é possível assinar digitalmente o documento garantindo a sua integridade e autoria. Garante portanto a integridade da informação entregue na CML.
Todas as ferramentas envolvidas na criação e manipulação de Ficheiros DWF são gratuitas. A utilização deste formato não representa um cêntimo de investimento para a CML ou para qualquer Arquitecto, Engenheiro,… que produza desenhos em DWF para entregar na CML.

Medir um desenho em DWF é muito mais preciso do que em papel. As ferramentas de medição incluem perímetros e áreas, que com papel obrigam a contas. As anotações e comentários podem ser importados para o Desenho original no AutoCAD, sem falhas nem esquecimentos. As anotações são identificadas por autor, data e hora e estado. É possível mandar desenhos ou processos inteiros instantaneamente por e-mail, ao contrário do papel sujeito ao expediente e ou ao correio.
Em resumo, pode-se fazer com um DWF o mesmo Uso que se faz com o tradicional papel impresso.

To Be (como vai ser)

Na Câmara Municipal de Lisboa, um processo de obra corresponde ao conjunto de processos relacionados com um determinado edifício. Cada número de obra corresponde a uma determinada morada. Os processos de obra encontram-se à guarda do Arquivo Municipal de Lisboa e, por serem a documentação mais intensamente consultada do Arquivo Municipal, têm sido objecto desde Novembro de 2005 de um inovador projecto de digitalização que permite o acesso à informação neles contida electronicamente.


O Arquivo Municipal de Lisboa está com um projecto de digitalização de documentos e o serviço de pedido de consulta e reprodução de documentos on-line, são as mais recentes inovações tecnológicas que fazem do Arquivo Municipal de Lisboa uma referência a nível nacional.


Já temos 10% dos Volumes de obra digitalizados

To Be (como vai ser)


Exemplo de como vão ser os gabinetes...



Porque se continua a usar papel?

"E então porquê continuar a usar papel??????"
Vamos salvar o planeta !!!!"


Porque a implementação da plataforma DWF nos processos de licenciamentos de obras nesta fase de transição, Justifica a existência do papel e do formato digital.

“So!!! What´s up, Doc!!!!”




“So!!! What´s up, Doc!!!!”

AS IS vs TO BE

Será que ainda estamos na "estaca zero"

O que está a acontecer?????

O que está a acontecer?

A Operação "Plotter / DWF" pretende alertar os técnicos da CML para o facto de que a utilização do formato DWF permite uma significativa economia de recursos financeiros e ajuda a causa da preservação ambiental.
A Equipa Operacional da DMCRU (Conservação e Reabilitação Urbana) foi a primeira a avançar decidida para a Operação "Plotter/DWF".

Actualmente está a ser dada formação aos técnicos da DMGU (Direcção Municipal de Gestão Urbanística)
Várias outras Direcções Municipais já estão a utilizar esta plataforma; DMH (Direcção Municipal de Habitação), DMPO (Direcção Municipal de Projectos e Obras).
Vão existindo também contactos com outras Câmaras do país para a implementação da Plataforma DWF

Conclusão


“Há pois muito que fazer, neste tipo de relação com o cidadão, sendo que o mesmo deve ser entregue a “certos” dirigentes, com sentido de responsabilidade e seriedade na utilização dos recursos públicos, bem como a experiência necessária para levar a avante, politicas de simplificação processual, construindo planos de execução virados para o sucesso, devidamente calendarizados no seu tempo.”



“Em Portugal, a oferta de serviços públicos transaccionais, via Internet, aumentará, nos cidadãos, a percepção sobre a utilidade e necessidade de estarem "online", ligados ao mundo - e este é um passo decisivo para aumentar a adesão à rede, retirando Portugal da cauda da Europa em matéria de Sociedade da Informação. A nossa reduzida dimensão e o nosso cariz periférico não nos condenam à mediocridade; implicam antes a ambição suficiente para saltar etapas. Os portugueses (todos os portugueses) têm de beneficiar plena e quotidianamente de todas as vantagens que a "Internet" oferece. Isso implica uma opção política, no sentido de deslocar o tema Internet do terreno cientifico para o da política, do terreno intelectual para o da execução, do terreno académico para o da aplicação prática.”

Conclusão

Todos os processos podem ser simplificados, contribuindo assim para melhorar a qualidade da Sociedade em que todos vivemos.